terça-feira, 20 de outubro de 2009
















Alunas ensaiando a paródia sobre Bulling




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Normas Gerais de Conduta Escolar
Sistema de proteção escolar


DIREITO A TRATAMENTO JUSTO E CORDIAL
Cada aluno da escola pública estadual tem o direito de ser tratado de forma justa
e cordial por todos os integrantes da comunidade escolar, sendo assegurado a ele:
3.1. Ser informado pela direção da escola sobre as condutas consideradas apropriadas e quais as que podem resultar em sanções disciplinares, para que tome ciência das possíveis consequências de suas atitudes em seu rendimento escolar e no exercício dos direitos previstos nestas Normas Gerais de Conduta Escolar e demais regulamentos escolares;
3.2. Ser informado sobre procedimentos para recorrer de decisões administrativas da direção da escola sobre seus direitos e responsabilidades, em conformidade com o estabelecido neste documento e com a legislação pertinente;
3.3. Estar acompanhado por seus pais ou responsáveis em reuniões e audiências que tratem de seus interesses quanto a desempenho escolar ou em procedimentos administrativos que possam resultar em sua transferência compulsória da escola.

B. DEVERES E RESPONSABILIDADES DOS ALUNOS
4. rela ção de deve res e resp onsabili dades
Cada aluno da escola pública estadual tem os seguintes deveres e responsabilidades:
4.1. Frequentar a escola regular e pontualmente, realizando os esforços necessários para progredir nas diversas áreas de sua educação;
4.2. Estar preparado para as aulas e manter adequadamente livros e demais materiais escolares de uso pessoal ou comum coletivo;
4.3. Observar as disposições vigentes sobre entrada e saída das classes e demais dependências da escola;
4.4. Ser respeitoso e cortês para com colegas, diretores, professores, funcionários e colaboradores da escola, independentemente de idade, sexo, raça, cor, credo, religião, origem social, nacionalidade, condição física ou emocional, deficiências, estado civil, orientação sexual ou crenças políticas;
4.5. Contribuir para a criação e manutenção de um ambiente de aprendizagem colaborativo e seguro, que garanta o direito de todos os alunos de estudar e aprender;
4.6. Abster-se de condutas que neguem, ameacem ou de alguma forma interfiram negativamente no livre exercício dos direitos dos membros da comunidade escolar;
4.7. Respeitar e cuidar dos prédios, equipamentos e símbolos escolares, ajudando a preservá-los e respeitando a propriedade alheia, pública ou privada;
4.8. Compartilhar com a direção da escola informações sobre questões que possam colocar em risco a saúde, a segurança e o bem-estar da comunidade escolar;
4.9. Utilizar meios pacíficos na resolução de conflitos;
4.10. Reunir-se sempre de maneira pacífica e respeitando a decisão dos alunos que não desejem participar da reunião;
4.11. Ajudar a manter o ambiente escolar livre de bebidas alcoólicas, drogas lícitas e ilícitas, substâncias tóxicas e armas;
4.12. Manter pais ou responsáveis legais informados sobre os assuntos escolares, sobretudo sobre o progresso nos estudos, os eventos sociais e educativos previstos ou em andamento, e assegurar que recebam as comunicações a eles encaminhadas pela equipe escolar, devolvendo-as à direção em tempo hábil e com a devida ciência, sempre que for o caso.

C. CONDUTA EM AMBIENTE ESCOLAR
5. CONDUTAS QUE AFETAM O AMBIENTE ESCOLAR / FALTAS DISCIPLINARES
Além das condutas descritas a seguir, também são passíveis de apuração e aplicação de medidas disciplinares as condutas que professores ou a direção escolar considerem incompatíveis com a manutenção de um ambiente escolar sadio ou inapropriadas ao ensino-aprendizagem, sempre considerando, na caracterização da falta, a idade do aluno e a reincidência do ato.
5.1. Ausentar-se das aulas ou dos prédios escolares, sem prévia justificativa ou autorização da direção ou dos professores da escola;
5.2. Ter acesso, circular ou permanecer em locais restritos do prédio escolar;
5.3. Utilizar, sem a devida autorização, computadores, aparelhos de fax, telefones ou outros equipamentos e dispositivos eletrônicos de propriedade da escola;
5.4. Utilizar, em salas de aula ou demais locais de aprendizado escolar, equipamentos eletrônicos como telefones celulares, pagers, jogos portáteis, tocadores de música ou outros dispositivos de comunicação e entretenimento que perturbem o ambiente escolar ou prejudiquem o aprendizado;
5.5. Ocupar-se, durante a aula, de qualquer atividade que lhe seja alheia;
5.6. Comportar-se de maneira a perturbar o processo educativo, como, por exemplo, fazendo barulho excessivo em classe, na biblioteca ou nos corredores da escola;
5.7. Desrespeitar, desacatar ou afrontar diretores, professores, funcionários ou colaboradores da escola;
5.8. Fumar cigarros, charutos ou cachimbos dentro da escola;
5.9. Comparecer à escola sob efeito de substâncias nocivas à saúde e à convivência social;
5.10. Expor ou distribuir materiais dentro do estabelecimento escolar que violem as normas ou políticas oficialmente definidas pela Secretaria Estadual da Educação ou pela escola;
5.11. Exibir ou distribuir textos, literatura ou materiais difamatórios, racistas ou preconceituosos, incluindo a exibição dos referidos materiais na internet;
5.12. Violar as políticas adotadas pela Secretaria Estadual da Educação no tocante ao uso da internet na escola, acessando-a, por exemplo, para violação de segurança ou privacidade, ou para acesso a conteúdo não permitido ou inadequado para a idade e formação dos alunos;
5.13. Danificar ou adulterar registros e documentos escolares, através de qualquer método, inclusive o uso de computadores ou outros meios eletrônicos;
5.14. Incorrer nas seguintes fraudes ou práticas ilícitas nas atividades escolares: Comprar, vender, furtar, transportar ou distribuir • conteúdos totais ou parciais de provas a serem realizadas ou suas respostas corretas;
• Substituir ou ser substituído por outro aluno na realização de provas ou avaliações;
• Substituir seu nome ou demais dados pessoais quando realizar provas ou avaliações escolares;
Plagiar, ou seja, apropriar-se do trabalho de outro e utilizá-lo como se fosse seu, sem dar o devido crédito e fazer menção ao autor, como no caso de cópia de trabalhos de outros alunos ou de conteúdos divulgados pela internet ou por qualquer outra fonte de conhecimento.
5.15. Danificar ou destruir equipamentos, materiais ou instalações escolares; escrever, rabiscar ou produzir marcas em qualquer parede, vidraça, porta ou quadra de esportes dos edifícios escolares;
5.16. Intimidar o ambiente escolar com bomba ou ameaça de bomba;
5.17. Ativar injustificadamente alarmes de incêndio ou qualquer outro dispositivo de segurança da escola;
5.18. Empregar gestos ou expressões verbais que impliquem insultos ou ameaças a terceiros, incluindo hostilidade ou intimidação mediante o uso de apelidos racistas ou preconceituosos;
5.19. Emitir comentários ou insinuações de conotação sexual agressiva ou desrespeitosa, ou apresentar qualquer conduta de natureza sexualmente ofensiva;
5.20. Estimular ou envolver-se em brigas, manifestar conduta agressiva ou promover brincadeiras que impliquem risco de ferimentos, mesmo que leves, em qualquer membro da comunidade escolar;
5.21. Produzir ou colaborar para o risco de lesões em integrantes da comunidade escolar, resultantes de condutas imprudentes ou da utilização inadequada de objetos cotidianos que podem causar danos físicos, como isqueiros, fivelas de cinto, guarda-chuvas, braceletes etc.;
5.22. Comportar-se, no transporte escolar, de modo a representar risco de danos ou lesões ao condutor, aos demais passageiros, ao veículo ou aos passantes, como correr pelos corredores, atirar objetos pelas janelas, balançar o veículo etc.;
5.23. Provocar ou forçar contato físico inapropriado ou não desejado dentro do ambiente escolar;
5.24. Ameaçar, intimidar ou agredir fisicamente qualquer membro da comunidade escolar;
5.25. Participar, estimular ou organizar incidente de violência grupal ou generalizada;
5.26. Apropriar-se de objetos que pertencem a outra pessoa, sem a devida autorização ou sob ameaça;
5.27. Incentivar ou participar de atos de vandalismo que provoquem dano intencional a equipamentos, materiais e instalações escolares ou a pertences da equipe escolar, estudantes ou terceiros;
5.28. Consumir, portar, distribuir ou vender substâncias controladas, bebidas alcoólicas ou outras drogas lícitas ou ilícitas no recinto escolar;
5.29. Portar, facilitar o ingresso ou utilizar qualquer tipo de arma, ainda que não seja de fogo, no recinto escolar;
5.30. Apresentar qualquer conduta proibida pela legislação brasileira, sobretudo que viole a Constituição Federal, o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) e o Código Penal.

6. MEDIDAS DISCIPLINARES
O não cumprimento dos deveres e a incidência em faltas disciplinares poderão acarretar ao aluno as seguintes medidas disciplinares:
I Advertência verbal;
II Retirada do aluno de sala de aula ou atividade em curso e encaminhamento
à diretoria para orientação;
III Comunicação escrita dirigida aos pais ou responsáveis;
IV Suspensão temporária de participação em visitas ou demais programas extracurriculares;
V Suspensão por até 5 dias letivos;
VI Suspensão pelo período de 6 a 10 dias letivos;
VII Transferência compulsória para outro estabelecimento.

7. PRO CEDIMENTOS
As medidas disciplinares deverão ser aplicadas ao aluno em função da gravidade da falta, idade do aluno, grau de maturidade e histórico disciplinar, comunicandos e aos pais ou responsáveis.
As medidas previstas nos itens I e II serão aplicadas p • elo professor ou diretor;
• As medidas previstas nos itens III, IV e V serão aplicadas pelo diretor;
• As medidas previstas nos itens VI e VII serão aplicadas pelo Conselho Escolar.
As faltas descritas nos itens 5.23 a 5.30 deverão necessariamente ser submetidas ao Conselho de Escola para apuração e aplicação de medida disciplinar, devendo a unidade escolar informar à Secretaria Estadual da Educação sua ocorrência e a medida disciplinar aplicada.
Em qualquer caso será garantido amplo direito de defesa, ao aluno e aos seus responsáveis, cabendo pedido de revisão da medida aplicada e, quando for o caso, recurso ao Conselho Escolar.
A aplicação das medidas disciplinares previstas não isenta os alunos ou seus responsáveis do ressarcimento de danos materiais causados ao patrimônio escolar ou da adoção de outras medidas judiciais cabíveis.

Bullyng HTPC 20/10/09

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PAUTA DA REUNIÃO DE HTPC
Realização : COORDENAÇÃO PEDAGÓGICA
20 de outubro de 2009 Local E.E. Antonio Ferraz
17h00 às 19h00




Acolhida: sensibilização: JANELA DO AVIÃO
Comunicado nº 6899: Tendo em vista a aplicação do SARESP 10, 11 e 12/11, estamos comunicando que estão abertas – on line – as inscrições para interessados em serem aplicadores de provas.: orientação sobre os critérios para recrutamento e seleção e os sites disponíveis)
www.sia.caedufjf.net/saresp/cadastro
http://saresp2009.edunet.sp.gov.br/
Material da OT – SARESP GEOGRAFIA E HISTÓRIA – orientação de 09/10/09 – PC Ana
Orientações e socialização da OT de Prevenção também se Ensina de 14/10/09 – PC Elaine
Ø Livro: Bullying na escola: O que é isso? (Fante e Pedra)
Ø Questionário com os professores;
Ø Saferdicas: site
Ø Apresentação do novo material pedagógico;
Olimpíada de Matemática: 2ª fase, dia 24 de outubro, incentivar os alunos e divulgar.
Normas Gerais de Conduta Escolar e Manual de Proteção Escolar e Promoção da Cidadania – Sistema de Proteção Escolar: apresentação da “cartilha” proposta pelo Governo do Estado.
Outros:


Coordenadoras Pedagógicas
Ana Lúcia e Elaine

terça-feira, 7 de abril de 2009

AGORA ESTAMOS NO PRAL


O PRAL é o portal de relacionamento educacional que facilita a vida dos estudantes e professores, que podem interagir por meio das ferramentas que oferecemos.


Os professores podem:

comunicar-se com seus alunos

divulgar materiais, notas, datas...

conhecer professores e alunos de todo país

criar páginas para suas turmas gerenciar e compartilhar seus compromissos

criar provas e jogos online

gerar um banco de questões usar um editor colaborativo ...e muito mais!

Os alunos podem:

comunicar-se com seus professores

fazer amizades escolher as cores do seu perfil

escrever um miniblog

consultar suas notas e obter materiais ver as datas importantes de suas turmas

criar sua agenda e compartilhar compromissos

participar de jogos e testes online

cadastrar seu currículo

...e muito mais!
CADASTRE-SE JÁ

segunda-feira, 6 de abril de 2009

PAUTA DA REUNIÃO DE HTPC 07/04/09


Objetivos:
- socializar experiências em sala de aula/ reunião por área
- rever a sondagem dos alunos com dificuldades de aprendizagem
- propor metas de melhoria da aprendizagem dos alunos que apresentam dificuldades.
- organizar conteúdos e planos para EJA
- Início: 17h00 às 19h00
- Acolhida
- Avisos Gerais
- Normas normas.doc e preenchimento dos diários de classe;
- Vistando cadernos de preparos de aula;
- Impresso para ser acrescentado ao Planejamento de Ensino: Projetos
- Agrupamentos Produtivos:
Nome dos professores envolvidos, data, local
Identificação de CONTEÚDOS, ESTRATÉGIAS e RECURSOS que foram abordados
Recursos tecnológico a serem considerados;
Ações previstas (sequencia de atividades pretendidas para atacar o índice do IDESP
Assuntos abordados: temas artigos e novas informações;
- Analise dos conteúdos e situações de aprendizagens e suas principais dúvidas ( atividade em grupos)
- Planejamento dos conteúdos e metas do EJA;
- Registros: fazer todos os registros de ocorrências em sala de aula: recuperação, mudanças de planos, discussões, brigas, etc.
- Está no BLOG: http://htpcantonioferraz.blogspot.com/
Aposentadoria Especial para Diretores, Coordenadores e Assessores Pedagógicos
CARTILHA DOS DEVERES E DIREITOS DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE.
EXPECTATIVAS DE APRENDIZAGEM
PLANO DE ATIVIDADE EDUCATIVA: Sing me a song





Coordenadoras Pedagógicas
Ana Lúcia e Elaine.

Aposentadoria Especial para Diretores, Coordenadores e Assessores Pedagógicos

SAIU A DECISÃO DO STF, NO DIÁRIO OFICIAL DA JUSTIÇA DE 27/03/2009
O Diário Oficial da Justiça de 27/03/2009 trouxe a Ementa abaixo, que beneficiará com a Aposentadoria Especial do Magistério apenas os Profissionais de Educação que, docentes, exerceram e/ou exercem funções de direção, coordenação e assessoramento pedagógico.
EMENTA: AÇÃO DIRETA DE INCONSTITUCIONALIDADE MANEJADA CONTRA O ART. 1º DA LEI FEDERAL 11.301/2006, QUE ACRESCENTOU O § 2º AO ART. 67 DA LEI 9.394/1996. CARREIRA DE MAGISTÉRIO. APOSENTADORIA ESPECIAL PARA OS EXERCENTES DE FUNÇÕES DE DIREÇÃO, COORDENAÇÃO E ASSESSORAMENTO PEDAGÓGICO. ALEGADA OFENSA AOS ARTS. 40, §4º, E 201, § 1º, DA CONSTITUIÇÃO FEDERAL. INOCORRÊNCIA. AÇÃO JULGADA PARCIALMENTE PROCEDENTE, COM INTERPRETAÇÃO CONFORME.
I - A função de magistério não se circunscreve apenas ao trabalho em sala de aula, abrangendo também a preparação de aulas, a correção de provas, o atendimento aos pais e alunos, a coordenação e o assessoramento pedagógico e, ainda, a direção de unidade escolar.
II - As funções de direção, coordenação e assessoramento pedagógico integram a carreira do magistério, desde que exercidos, em estabelecimentos de ensino básico, por professores de carreira, excluídos os especialistas em educação, fazendo jus aqueles que as desempenham ao regime especial de aposentadoria estabelecido nos arts. 40, § 4º, e 201, § 1º, da Constituição Federal.
III - Ação direta julgada parcialmente procedente, com interpretação conforme, nos termos supra.
fonte:http://www.udemo.org.br/

CARTILHA DOS DEVERES E DIREITOS DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE.


“Esta lei dispõe sobre a proteção integral á criança e ao adolescente, considera-se criança, para efeitos desta lei, a pessoa até doze(12) anos de idade incompletos e adolescentes aquela entre doze (12) e dezoito (18) anosde idad. (Art. 1º e 2º do ECA).”
Está cartilha pretende mostrar a você educador, cidadão, criança, adolescente, poder público, gestores e sociedade que é dever assegurar, com absoluta prioridade, a efetivação dos direitos referentes á vida, á saúde, á alimentação, á educação,ao esporte, ao lazer, á profissionalização, á cultura, á dignidade, ao respeito, á liberdade e a convivencia familiar e comunitaria independentemente da idade de cada um.
Sempre que toda criança e adolescente tiver dúvidas a respeito de seus DIREITOS E DEVERES, deverá procurar o CONSELHO TUTELAR.
Porque o CONSELHO TUTELAR tem o compromisso de garantir e assegurar com absoluta prioridade á efetivação dos DIREITOS E DEVERES da criança e do adolescente.
O Conselho Tutelar é responsavel:
I- Atender e aconselhar crianças e adolescentes
II - atender e aconselhar os pais e responsáveis na tutela ou guarda de seus filhos
III - Informar os direitos e deveres(limites) da criança e adolescente
IV - Ouvir queixas e reclamações dosdireitos e deveres ameaçados e/ou violados
V - Requisitar serviços públicos nas áreasde saúde, educação, serviço social, prvidencia, trabalho e segurança
VI - Garantir e fiscalizar os direitos e deveres da criança e do adolescente
VII - Participar de ações que combata a violencia, a discriminação no ambiente escolar, familiar e comunitário
DIREITOS
O que é justo conforme a lei:
Privilegio que alguém tem de exigirconjunto de normas e regrasproteção integral.
À vida e saúde
À liberdade, respeito e dignidade
À convivencia familiar e comunitaria
À educação, cultura, esporte e lazer
À profissionalização e proteção ao trabalho.
DEVERES
Cumprir regras e normas
Obedecer a ordens dos pais, familiares e professores
Participar da convivencia familiar e comunitária
Estudar e frequentar a escola
Respeitar todas as pessoas independentesde raça, cor, sexo, religião ou classe social
Praticar os bons costumes
Conhecer os valores da escola, da família, e da sociedade
Preservar os espaços públicos e meio ambientes
Procurar o conselo tutelar sempre que tiver dúvida sobre direitos e deveres a serem cumpridos.
DIREITOS:
VIDA E SAÚDE:
Nascimento e desenvolvimento sadio e harmonioso
Condições originais de saúde e vida
Garantia pelo atendimento pelo sistema unico de saúde(SUS)
Atendimentos especializados
Medicamentos, próteses, orteses e outros recursos relativos ao tratamento de habiulitação e reabilitação
Tratamento especializado em depemdencia quimica(alcool, cigarro, maconha, cocaína…)Saneamento básico ( rede de esgoto, tratamento de água)
Prioridade absoluta no atendimento hospitalar e ambulatorial
Politicas públicas voltadas á criança e adolescente.
LIBERDADE, RESPEITO E DIGNIDADE:
Ir e vir em lougradoros públicos e espaços comunitáriosParticipar da vida familiar e comunitáriaBrincar, praticar esportese divertir-se:
Condições humanas de existencia (moradia descente, ruas das cidadeslimpas e pavimentadas)Liberdade de expressão (expor as idéias dentro do contexto):
Ser respeitado como cidadão de direitos e deveres:
Ser respeitado como pessoas humana em processo de desenvolvimento psicologico e físico.
CONVIVENCIA FAMILIAR E COMUNITÁRIA
Ser assistido, criado e educado por uma família
Receber sustento, moradia, higiene e vestuário
Convivio com a familia (ser amado e respeitado)Socializar-se com outros crianças e adolescentesIr e vir em ambientes familiares (com pais de moradias diferentes).
EDUCAÇÃO, CULTURA, ESPORTE E LAZER:
Igualdade de condições para acesso e permanencia na escolaSer respeitado por seus educadores e funcionários:
Organizar e ajudar nas atividades escolaresAcesso a escola pública e gratuita próxima a sua residencia
Atendimento educacional especializado aos portadores de necessidades especiais na escola regular
Programações educacionais, culturais, esportivos e lazer:
Organizaçao e participação em entidades estudantisEnsimo fundamental, obrigatório e gratuito inclusive para os que a ela não tiveram acesso na idade própria
Progressiva extensão da obrigatóriedade e gratuitaao ensino médioAtendimento em creche e pré-escola ás crianças de zero a seis anos de idade.
DEVERES:
Respeitar ordens do pai ou rsponsavel legal, familiares, escola, idosos e comunidade em geral:
Respeitar os horrios estabelecidos para crianças e adolescentes
Não permanecer em casas de jogos, bailões , bares e similares além do horario permitido por lei
Participar das atividades familiares e comunitários
Amar as pessoas com quem convive
Respeitar a si mesmo e todas as pessoas independentes de raça, cor, sexo, religião, classe social ou idade
Ajudar nas tarefas de casa (arrumar seu quarto, secar a louçaentre outras tarefas domésticas isso se chama “educação doméstica”
Ir á escola com frequencia
Participar das atividades educacionais, culturais, esportivas e lazer
Respeitar seus educadores e funcinários da escola
Estudar em horarios fora da escola (em casa e bibliotecas)
Fazer as tarefas diariaments
Perguntar ao professor quando tiver dúvida
Respeitar os colegas de classSer organizado com seus materiais
Manter a escola limpaEstudar com disciplima e postura
Cumprir com os compromissos escolares
Usar uniforme
No processo educacional respeitar-se-ão os valores culturais, artisticos e historicos proprios do contexto social da criança e do adolescente, garantindo-se a estes a liberdadede criança e o acesso ás fontes de cultura.
Os municipios, com apoio dos Estados e da União, estimularão e facilitarão a destinação de recursos e espaços para as programações culturais, esportivas e de lazer voltadas para a infancia e a juventude( artigos 58 e 59 do ECA)

quarta-feira, 1 de abril de 2009

EXPECTATIVAS DE APRENDIZAGEM

As Expectativas de aprendizagem estão intrinsecamente associadas aos conteúdos já apresentados e validados nos Cadernos do Professor. Os conteúdos escolares refletem os significados e valores culturais e sociais que foram e são construídos no infinito processo de interação do ser humano com o mundo natural e social.
Esses conteúdos são atualizados nas práticas de sala de aula quando o professor escolhe as metodologias mais adequadas para a aprendizagem, os recursos didáticos, os processos de avaliação e recuperação.
Os conteúdos são associados às competências e habilidades que os alunos desenvolvem para transformá-los em conhecimento, podem ser expressos em termos das expectativas de aprendizagem, ou seja, um conjunto de “fazeres e saberes” possíveis, a partir da apropriação desses conteúdos.
Ao apresentarmos os conteúdos relacionados às aprendizagens definimos o que esperamos que nossos alunos desenvolvam e estamos também estabelecendo uma relação entre os conteúdos com as reais possibilidades de construção de conhecimentos dos alunos em suas diferentes etapas de desenvolvimento cognitivo, afetivo e relacional.
O professor é o mediador desse desenvolvimento pessoal, motivo pelo qual sua função é indispensável nesse processo.
As expectativas apresentam quatro funções básicas:
Constituem referenciais para a realização de avaliação diagnóstica dos conhecimentos já dominados (ou não) pelos alunos em cada série/componente curricular, levando-se em conta a implantação do Currículo.
São indicadores de acompanhamento das aprendizagens básicas dos alunos ao longo dos anos escolares, procurando garantir que elas se consolidem e indicando a necessidade de processos de recuperação.
São referenciais mínimos para análise das aprendizagens esperadas e consolidadas dos alunos e as necessidades de revisão do planejamento, inclusive avaliando o grau de implantação do próprio Currículo Oficial proposto.
Oferecem maior clareza entre os elos que interligam a Proposta Curricular e as Matrizes de Referência para a Avaliação-Saresp.

PLANO DE ATIVIDADE EDUCATIVA: Sing me a song

Professor: Carlos Augusto Carneiro Kesseli Disciplina: Língua Inglesa.

Tipo de atividade: Aula Duração: 100 minutos – 2 aulas
Título: Sing me a song! Tema: Songs in the classroom
Série: 1ªs Nível: Ensino Médio Período: Manhã
Conexões interdisciplinares: Língua Portuguesa - Língua Inglesa - Arte - Educação Física - História - Geografia

Objetivos:
O objetivo principal é possibilitar ao aluno a oportunidade de apresentar seus valores artísticos e a uma ocasião para o desenvolvimento de trabalho em equipe, integrando-o a toda comunidade. Outro objetivo é colocar em discussão, por meio da música e da dança, assuntos urgentes da sociedade moderna, como temas transversais, trazendo para a escola, atividades diferenciadas que produzam uma maior visibilidade, motivação e envolvimento de todos. Outros objetivos: comtemplar a diversidade cultural; despertar o interesse pela cultura de outros povos e nações; identificar a influência das diferentes culturas na sociedade moderna; despertar talentos na escola; formar o gosto e a visão crítica do adolescente pela produção artística, especialmente pela música e a dança;explorar as estruturas lingüísticas da língua inglesa já estudadas; reconhecer diferentes formas de linguagens da língua inglesa; melhorar o rendimento escolar;desenvolver a cooperação e o trabalho coletivo; promover o protagonismo juvenil; tornar a aula mais atrativa e prazerosa.

Conteúdos:
Conceituais: Verb to be; Simple tenses of the verbs; Personal Pronouns (subjetives and objectives); Possessives (adjectives and pronouns); Adverbs
Procedimentais: Utilização das TICs como recursos pedagógico; uso da Internet como ferramenta de pesquisa; emprego da ferramenta “Songs” do programa Circuit
1 – Interaction Students.; escolha musical para ser apresentada a classe e posteriormente, no festival de música; desenvolvimento de estratégias de leitura e construção de textos; criação e interpretação de músicas inéditas e músicas consagradas.
Atitudinais: Respeito à diversidade cultural; importância da língua inglesa na sociedade moderna e globalizada;Conhecimento da ética e da crítica quanto ao uso da Internet e seus recursos; Cooperação e trabalho em equipe; Autonomia para a construção do conhecimento.

Estratégia:
Explorar e desenvolver as atividades das unidades Songs e Website. Em sites especializados, os jovens buscarão músicas do gosto pessoal de cada um. Posteriormente, devem escolher uma música de consenso, imprimí-la e distribuir a todos os alunos (importante que eles escolham a música, pois ela terá o objetivo de motivar a classe toda). Para que gravem a pronúncia e a melodia, é recomendado que ouçam a canção por diversas vezes, acompanhando-a pela letra. Baseado no conhecimento prévio do estudante, o professor deverá mediar um debate e comentar o tema e o assunto abordado de maneira contextualizada à sua realidade. Em seguida, esclarecerá as estruturas lingüísticas contidas na letra da música e ajudará na sua tradução. Após todos ouvirem e cantarem, o professor levará seus alunos a produzir um texto argumentativo sobre o tema abordado na música.

Sites na Internet: www.cante.com.br www.vagalume.com.br www.cifrasclube.com.br www.google.com.br www.youtube.com

Recursos necessários:
Equipamento: Computadores, fones de ouvido, impressora, microfone, máquina fotográfica, aparelho de som.
Softwares: Interaction Students – Circuit 1

Materiais de consumo: papel sulfite, tinta para impressora, dicionário de inglês

Avaliação: Observação do cumprimento de todas as ações e metodologias durante o desenvolvimento do projeto. Registro dos aspectos positivos e negativos e socialização do resultado final.


OBS: Esta aula é parte de um projeto educativo interdisciplinar desenvolvido na unidade escolar anualmente, inserido no calendário escolar, envolvendo alunos e professores do ensino fundamental e ensino médio em todas as áreas do conhecimento, que se encerra no final do mês de outubro com a realização do International Music & Dance Festival, com participação dos talentos musicais de nossa escola.

HTPC - Semana: 31/03 a 03/04


- 5ª Olimpíada Brasileira de Matemática das Escolas Públicas – OBMEP 2009 – inscrições: http://www.obmep.org.br/ – ficarão abertas até o dia 15/05/09.
- XXV Olimpíada de Matemática da Unicamp - 2009 – EM – a ficha de inscrição e o cronograma: olimpíada@ime.unicamp.br – deve ser enviada até 24/04/09.
- V Olimpíada Brasileira de Biologia – informações: http://www.anbiojovem.org.br/.
- Atualização da lista de alunos

- Texto: Janela de Johari

- Atividade com desenho

- Reunião com professores da 5ª C - nível de aprendizagem

- Chamada diária: colocar as faltas dos alunos na lousa já na primeira aula

Dúvidas: Período da manhã – PCEF Ana Lucia e PCEM Elaine

Períodos da tarde– PCEF Ana Lúcia

Período da noite: PCEM Elaine

segunda-feira, 30 de março de 2009

Fábio Takahashi

Nenhuma das mais de 5.000 escolas estaduais de SP teve índice de país desenvolvido esperado pelo governo para o ano de 2030

Clipping Educacional - Folha de S. Paulo (21.03.2009)
Gestão Serra diz que fará um estudo com as escolas que recuaram para definir o motivo e implementar ações para reverter a quedaAs sete escolas que haviam atingido em 2007 a meta de qualidade estipulada pelo governo de São Paulo para 2030 pioraram o desempenho no ano passado. Com isso, nenhuma das mais de 5.000 unidades da rede estadual atingiu a meta para 2030 no último Idesp, índice divulgado pelo governo José Serra (PSDB) nesta semana.Criado em 2007, o Idesp contabiliza a nota dos alunos em português e matemática, além de dados de evasão e reprovação. O patamar esperado para 2030 - nota 5 para o ensino médio; 6 para 5ª a 8ª séries e 7 para 1ª a 4ª séries, em uma escala de 0 a 10- considera a média atual de países desenvolvidos, como a Finlândia, em exames internacionais.As sete escolas que deixaram de atingir a meta ficam fora da capital. Entre as da capital, a que ficou mais próxima do patamar é a Professora Blanca Zwicker Simões, de 1ª a 4ª. A unidade tirou 6,37.Segundo levantamento realizado pelo jornal Agora SP, apenas 16 escolas da capital alcançaram média igual ou maior do que cinco. Ou seja, menos de 1% dos 1.668 ciclos avaliados tiraram nota azul.A Secretaria da Educação afirmou que não espera que os colégios estejam hoje com um patamar de 2030. Se isso ocorresse, diz a pasta, significaria que o objetivo final não é ambicioso. Durante a apresentação do Idesp 2008, na última quarta, a secretária da Educação, Maria Helena Guimarães de Castro, afirmou que os resultados eram "muito positivos".Ela comemorou principalmente o desempenho do ensino médio, que subiu 38% (mas partia de um patamar baixo).Nas demais etapas, em que houve estagnação da média da rede, ela destacou como positivo o fato de mais da metade das escolas terem avançado no indicador (as outras ficaram estagnadas ou recuaram). A Secretaria da Educação afirmou que fará um estudo com as escolas que recuaram para definir o motivo e implementar ações para reverter a queda.
A pesquisadora de educação da Unicamp Maria Marcia Sigrist Malavasi vê uma situação crítica na rede estadual. "As ações que o governo do Estado adotou não tiveram impacto. Andando pelas escolas públicas, pesquisando, trabalhando com professores, temos visto que os adolescentes não sabem o que deveriam." Para ela, deveriam ser disseminadas na rede as escolas de tempo integral, junto a uma melhor formação dos professores.
O Idesp será o principal instrumento para definir o pagamento de bônus por desempenho aos servidores da rede. Unidades que estagnaram ou recuaram não receberão nada.
fonte:http://e-educador.com

quinta-feira, 26 de março de 2009

REUNIÃO HTPC 24/03/09

1. Acolhida: sensibilização: A Lição do Bambu Chinês
Assista ao vídeo abaixo
2. PROJETOS PARA CONSTAR NO PLANO DE ENSINO DAS REFERIDAS DISCIPLINAS
3. No BLOG de Ciências e Biologia, encontra-se materiais para o Professor de Ciências de 7ª série- 1º bimestre. São atividades simples e interessantes para complementar as Situações de Aprendizagem de 1 a 6. Sendo assim, já são atividades do Projeto Prevenção Também se ensina. Se puderem guardem um exemplo de atividade realizada por um aluno de cada série, fotos, para no final do a montarmos um relatório do Projeto. Projeto: QUEM NUNCA PEGOU PIOLHO
4. Professor, fazer um levantamento do número de cadernos que faltam em sua disciplina por série.
5. Entrega das cópias dos mapas
4. Por dentro do Idesp
5. REUNINDO-SE POR ÁREA :Momento de reflexão e socialização das Situações de aprendizagens e metas para atingir e superar o índice do IDESP. Fazer uma ata com os assuntos discutidos que contenha:
6. Apoio a continuidade de estudos – orientações
7. Outros:
ANEXOS:
PROJETOS PARA CONSTAR NO PLANO DE ENSINO
DAS REFERIDAS DISCIPLINAS


DISCIPLINA PROJETO PCOP
Ciências/Biologia Prevenção Também se Ensina Salete e Daniela
História Parlamento Jovem Federal
Parlamento Jovem Paulista
Projeto Kaeru Alessandro
História e Arte O cinema vai à escola Alessandro e Dinorah
Arte * Educando pela diferença para igualdade
* Lugares de aprender: a escola sai da escola
* Comunidade Presente Dinorah
Geografia * Educar para humanizar o transito - Centrovias Ana Helena
Geografia, Ciência Educação ambiental Ana Helena, Daniela Biologia* e Salete
Inglês Interaction Students
Comunidade Presente Jean
Matemática - ETI Soroban Marli


Observação: No item avaliação deverá constar Recuperação Paralela ( Português e Matemática – E.F. e E.M )

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quarta-feira, 18 de março de 2009

Agressividade na escola, esse comportamento tem nome: bullying

Hoje em dia já não dá para ignorar a violência na escola, seja física, moral ou emocional. Todos tivemos um coleguinha que era ‘massacrado’ com piadinhas, ou era humilhado pelos colegas ou mesmo por algum professor. Hoje esse assunto é tratado com muita atenção porque já há indícios de que muitos desvios de caráter originam-se ou agravam-se devido ao bullying.
Esse é um assunto delicado pois tanto quem sofre como quem pratica o bullying precisa de ajuda e a maioria dos professores não sabe o que fazer quanto a esse comportamento e acaba preferindo ignorar ou não se envolver. Essa atitude é perigosa porque como bem diz o ditado: quem cala consente.
Se você sabe de algum caso de bullying na sua escola notifique a direção ou se forem seus alunos, entre em contato com as famílias dos alunos envolvidos. Provavelmente será necessário procurar a ajuda de profissionais da área (psicólogo, psicanalista) mas será importante que tanto os pais quanto as outras pessoas que têm contato com os alunos se envolvam no processo.
Algumas atitudes do próprio professor favorecem o bullying, como fazer piadinhas com alunos, permitir que se usem apelidos dentro da sala de aula, humilhar alunos que não têm o desempenho esperado. É importante que sempre que você tenha algo a dizer ao aluno, seja um elogio (que pode provocar inveja ou ciúme em outros e conduzir ao bullying) quanto as reprimendas sejam sempre feitas em particular ao final da aula.
Evite expor seus alunos a situações constrangedoras, não pressione os alunos que não conseguem bom desempenho. Observe o comportamento deles em sala de aula, como se relacionam, a que ‘panelinhas’ pertencem, e também a forma que os alunos reagem na presença uns dos outros: se demonstram temor ou respeito por alguns elementos, se ‘puxam o saco’ de determinados alunos. Tudo isso pode ser um sintoma de que o bullying esteja ocorrendo na sua classe e embora não pareça isso é um problema sério que pode levar a muitos desvios de caráter ou comportamentos antissociais no futuro.
Acompanhamos pelo noticiário vários casos de pessoas que vão a escola onde estudam ou estudaram e simplesmente fuzilam quem encontram pela frente. Isso parece estar diretamente ligado ao bullying. Quando a criança sofre esse tipo de violência e nenhuma providência é tomada, ela enche-se de ódio e revolta contra todos, não apenas aqueles que o praticaram, mas também contra os que assistiram e não fizeram nada ou mesmo que não perceberam o que se passava.
Observe sempre o comportamento de seus alunos, e não será má idéia ir um pouco ao páteo na hora do recreio para ter uma idéia de como se comportam na sua ausência. O bullying tem que ser combatido e nunca ignorado, faça tudo o que estiver ao seu alcance, ao primeiro sinal de que alguma coisa está errada não hesite, tome uma providência.

Leia também: Bullying: é preciso levar a sério ao primeiro sinal

O PREPARO DA AULA: O ROTEIRO E AS METODOLOGIAS


Preparar a aula, auxiliado pela tecnologia disponível é essencial. E não se diga que, atualmente, a maior parte das escolas públicas não disponha de um grande número de materiais audiovisuais, televisões, bibliotecas (ou pelo menos livros), etc., para motivar as aulas, materiais esses que muitos professores sequer se dão ao trabalho de pôr em uso. Há os que dominam muito bem os conteúdos de sua disciplina e que, de certa forma, depois de anos e anos de docência, nos quais refletiram sobre como trabalhariam, são capazes de desenvolver belíssimas aulas sem necessidade de colocar no papel aquilo que vão ministrar. Nessas aulas, há o trabalho permanente, prazer em conviver, tranqüilidade nas relações humanas e aproveitamento dos alunos. Nelas são raros os casos de indisciplina. Esse é um fato facilmente constatável, em qualquer escola em que o diretor e o coordenador se dêem ao trabalho de percorrer seus corredores, dando uma "espiadela" no que nelas está ocorrendo. Por outro lado, numerosos professores conhecem pouco sobre a disciplina, que ministra e improvisa o tempo todo. Efetivamente, a improvisação nunca é criativa, fundada que está em atividades desorganizadas e aleatórias, que só fazem confundir e irritar os alunos, que não sabem muito bem para onde estão caminhando seus estudos naquela disciplina. Daí a rebeldia, a indisciplina e o desrespeito ao professor por parte de determinados grupos em sala de aula. O curioso é que os docentes, vivendo esses problemas, jamais param para refletir sobre a balbúrdia em sua sala. Mas é explicável o fenômeno. Parte dos alunos de uma classe é conformista, aceitando passivamente ou "estoicamente" a caceteação de uma atividade desmotivada, o que faz com que o professor considere manifestações hostis a sua aula, deste ou daquele aluno, apenas um ato de indisciplina isolado de "baderneiros e vagabundos" (cujo número tende a crescer ao longo do ano) quando, na verdade, é o sintoma de que algo vai muito mal em suas classes.
No aspecto metodológico, o livro didático (mormente em Língua Portuguesa, mas também em outras disciplinas), que deveria ser um simples material de apoio, passou, há muito, a se constituir o "alfa e o ômega" do trabalho para muitos docentes, artifício que leva à precariíssima aprendizagem. Dir-se-ia que, atualmente, a metodologia aplicada, numa aula compõe-se de leituras do manual, alguma explicação do conteúdo, realizada sem qualquer roteiro, e os famosos questionários, a guisa de síntese. É muito pouco, para não dizer que não é nada. Daí o péssimo desempenho de parcela considerável de alunos nas diversas disciplinas, principalmente em Língua Portuguesa (disciplina com seis aulas semanais!!!) na qual se constatam falhas gravíssimas no campo da redação- ai, a caligrafia de grande parte dos alunos!!! Muitas ilegíveis nas 5ªs. 6ªs, 7ªs... -, da interpretação de textos, da expressão oral (que acabam dificultando o desenvolvimento de habilidades e a compreensão dos conteúdos de outras matérias) e quejandos.
Preparar a aula é estabelecer os caminhos, que professores e alunos percorrerão em busca de conhecimentos significativos. Ora, todo caminho a ser percorrido deve, obrigatoriamente, fundar-se em um roteiro adrede preparado. Ninguém entra numa floresta intrincada, separando territórios que se quer alcançar sem planejar a travessia, posto que, ao tentar percorrê-la, cegamente, o mínimo que pode acontecer é perder-se por entre as numerosas trilhas, que se apresentam aos desbravadores. O mesmo pode-se dizer de uma aula. Então, o roteiro no desenvolvimento de um conteúdo é imprescindível. Preparar a aula é definir a maneira de desenvolvê-la a fim de torná-la prazerosa e inteligente de tal forma que os alunos sejam chamados a participar ativamente dela. Sob esse ponto de vista, o conteúdo da aula deverá basear-se num diálogo entre professores e alunos, no qual os primeiros buscarão nos alunos aquilo que difusamente sabem sobre o conteúdo em estudo, unindo-o com o que se quer ensinar, resultando disso tudo o conhecimento novo. Aula dialogada, além da troca de informações entre professores e alunos, é o primeiro passo para facilitar a assimilação do conhecimento e veicular a realidade do aluno a conteúdos significativos. Mas essa não seria a única forma de se trabalhar os conteúdos das disciplinas. Haveria outras que, a permanente reflexão do professor, ao preparar sua aula, tenderá a criar, observando sempre o ritmo de cada grupo de alunos, entre as quais: o "Estudo do Meio", o trabalho em grupo, os seminários de debates (mormente nas matérias humanísticas), a pesquisa de campo, que propiciariam a inserção do aluno na realidade política, econômica, social e cultural da comunidade, do município, do Estado, do país. A aula preparada com reflexão, com certeza, terá um conteúdo bem dosado, posto ser ele significativo. De nada adianta a massa de informações inaces-síveis à compreensão dos alunos e, por isso, sob muitos aspectos, inúteis.

“Eu desejo o suficiente para você”


Há pouco tempo, estava no aeroporto e vi mãe e filha se despedindo. Anunciaram a partida, elas se abraçaram e a mãe disse:


- Eu te amo. Desejo o suficiente para você!


A filha respondeu:


- Mãe, nossa vida juntas tem sido mais do que suficiente. O seu amor é tudo de que sempre precisei. Eu, também, desejo o suficiente para você!


Elas se beijaram e a filha partiu. A mãe passou por mim e encostou-se à parede. Pude ver que ela queria e precisava, chorar. Tentei não me intrometer nesse momento, mas ela se dirigiu a mim, perguntando:


- Você já se despediu de alguém sabendo que seria para sempre?


-Já. Respondi.


- Me desculpe pela pergunta, mas por que foi um adeus para sempre?


- Estou velha e ela vive tão longe daqui. Tenho desafios à minha frente e a verdade é que a próxima viagem dela para cá será para o meu funeral.


- Quando estavam se despedindo, ouvi a senhora dizer "Desejo o suficiente para você". Posso saber o que isso significa? Ela começou a sorrir...


- É um desejo que tem sido passado de geração para geração em minha família. Meus pais costumavam dizer isso para todo mundo. Ela parou por um instante e olhou para o alto como se estivesse tentando se lembrar em detalhes e sorriu mais ainda.


- Quando dissemos "Desejo o suficiente para você", estávamos desejando uma vida cheia de coisas boas o suficiente para que a pessoa se ampare nelas. Então, virando-se para mim, disse, como se estivesse recitando:
- Desejo a você sol o suficiente para que continue a ter essa atitude radiante.
- Desejo a você chuva o suficiente para que possa apreciar mais o sol.
- Desejo a você felicidade o suficiente para que mantenha o seu espírito alegre.
- Desejo a você dor o suficiente para que as menores alegrias na vida, pareçam muito maiores.
- Desejo a você que ganhe o suficiente para satisfazer os seus desejos materiais.
- Desejo a você perdas o suficiente para apreciar tudo que possui.
- Desejo a você "alôs" em número suficiente para que chegue ao adeus final.
Ela, então, começou a soluçar e se afastou...


Dizem que leva um minuto para encontrar uma pessoa especial, uma hora para apreciá-la, um dia para amá-la, mas uma vida inteira para esquecê-la.


Nós, da ESCOLA ESTADUAL ANTONIO FERRAZ, encontramos você! Parabéns pela sua dedicação!


Esperamos tê-los sempre conosco.

terça-feira, 17 de março de 2009

HORA DE TRABALHO PEDAGÓGICO(H.T.P. e H.T.P.C.)


HORA DE TRABALHO PEDAGÓGICO(H.T.P. e H.T.P.C.)

1. Qual é a legislação básica sobre o assunto?

· Portaria CENP nº 1/96· L.C. nº 836/97

2. O que é HTPC?

É a Hora de Trabalho Pedagógico Coletivo, a ser desenvolvida na unidade escolar, pelos professores e o Professor Coordenador Pedagógico.


3. Qual é a sua finalidade?

· Articular os diversos segmentos da escola para a construção e implementação do seu trabalho pedagógico.· Fortalecer a unidade escolar como instância privilegiada do aperfeiçoamento de seu projeto pedagógico.· (Re)planejar e avaliar as atividades de sala de aula, tendo em vista as diretrizes comuns que a escola pretende imprimir ao processo ensino-aprendizagem.

4. Quantas são as HTPs?

No máximo 7 (sete), sendo, nesse caso, 3 (três) HTPCs cumpridas na unidade escolar e 4 (quatro) HTPs em local de livre escolha.


5. Para que servem as HTPCs na escola? Para estimular o desenvolvimento das atividades coletivas da unidade escolar
6. Quais são os seus objetivos? I. Construir e implementar o projeto pedagógico da escola;II. articular as ações educacionais desenvolvidas pelos diferentes segmentos da escola, visando a melhoria do processo ensino-aprendizagem;III. identificar as alternativas pedagógicas que concorrem para a redução dos índices de evasão e repetência;IV. possibilitar a reflexão sobre a prática docente;V. favorecer o intercâmbio de experiências;VI. promover o aperfeiçoamento individual e coletivo dos educadores;VII. acompanhar e avaliar, de forma sistemática, o processo ensino-aprendizagem.

7. Como devem ser as HTPCs na escola?

As HTPCs devem ser:

I. planejadas pelo conjunto dos professores, sob a orientação do diretor e do professor-coordenador de forma a:

a) identificar o conjunto de características, necessidades e expectativas da comunidade escolar;

b) apontar e priorizar os problemas educacionais a serem enfrentados;

c) levantar os recursos materiais e humanos disponíveis que possam subsidiar a discussão e a solução dos problemas;

d) propor alternativas de enfrentamento dos problemas levantados;

e) propor um cronograma para a implementação, acompanhamento e avaliação das alternativas selecionadas.

II. sistematicamente registradas pela equipe de professores e coordenação, com o objetivo de orientar o grupo quanto ao replanejamento e à continuidade do trabalho.

III. realizadas:

a) na própria unidade escolar, e preferencialmente, durante duas horas consecutivas e;

b) eventualmente, na Oficina Pedagógica ou num outro espaço educacional, previamente definido, através da utilização de parte ou do total de horas previstas para o mês em curso.

8. Como devem ser programadas as atividades?

Tendo em vista a organicidade do currículo do ensino fundamental e médio, as atividades devem ser programadas, através de reuniões:

I. entre professores de uma série, ciclo, área ou disciplina;

II. entre professores de todas as séries e/ou componentes curriculares.

9. Como devem ser atribuídas essas horas?

As HTPCs serão atribuídas como parte da jornada ao titular de cargo, e como carga horária para o ACT, desde que esses professores tenham, no mínimo, dez aulas atribuídas.

10. Como podem ser usadas essas horas, além de reuniões com os pares?

Poderão ser utilizadas para reuniões, atividades pedagógicas e de estudo, de caráter coletivo, bem como para atendimento a pais de alunos.

11. A que se destinam as horas pedagógicas em local de livre escolha?

Destinam-se à preparação de aulas, avaliação de trabalhos e correção de provas, atividades essas que não podem ser feitas nos horários de efetivo trabalho com alunos.